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5 Razões para usar o Arla 32

O fluido Arla 32 não pode ser misturado com nenhum outro componente, nem mesmo com água, pois isso pode causar problemas graves ao meio ambiente, a saúde das pessoas e ao próprio veículo.

Além disso, produtos de qualidade possuem o selo do INMETRO e deve ser produzido de acordo com a norma ISO 22241.

Por isso listamos 5 motivos para usar o Arla 32 Corretamente:

Para redução da poluição do ar e do meio ambiente

A uréia utilizada na composição do Arla 32 é chamada de Uréia Técnica, que tem um alto nível de pureza e por isso consegue fazer a reação química corretamente, reduzindo em até 98% as emissões de óxido de nitrogênio oriunda da combustão do diesel.

Já o uso de qualquer solução nos tanques, que não seja o Arla 32, pode danificar o catalisador, aumentando significativamente as emissões de óxidos de nitrogênio (NOx) ao meio ambiente, e degradando a qualidade do ar.

Os óxidos de nitrogênio causam graves problemas ambientais como a chuva ácida, que prejudica o solo, as plantas, as águas e, também, contribui para deteriorar edifícios, pontes, monumentos e veículos, dentre outros.

Para não prejudicar a saúde das pessoas e do próprio motorista

Além dos danos ambientais, a redução da qualidade do ar, também causa prejuízos à saúde da população e do próprio transportador. Os óxidos de nitrogênio resultantes do processo de combustão do diesel, podem levar à ardência nos olhos e no nariz, alergias e, em casos mais graves, à morte por doenças respiratórias.

Para não danificar o Sistema de Pós Tratamento (SCR)

Impurezas presentes no Arla 32 fabricado de forma irregular podem danificar o catalisador do seu sistema SCR, causando danos irreversíveis no veículo, como danificar o motor e gerar grandes prejuízos com manutenção, por exemplo.

Adquira o produto com fornecedores certificados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

Para não elevar os custos com combustível e manutenção do veículo

Além de prejudicar o funcionamento do sistema de Pós Tratamento, soluções de baixa qualidade podem causar a perda de desempenho do veículo e o aumento do consumo de combustível, elevando consideravelmente os custos de operação do transportador.

Um reagente de baixa qualidade pode não ser suficientemente puro e estar contaminado, causando danos ao catalisador e gerando altos custos de reparo, que não são cobertos pelo fabricante do veículo.

Para não pagar multa nem responder por crime ambiental

A não utilização correta do Arla 32 configura infração de trânsito grave, prevista no art. 230, IX, do CTB, com previsão de retenção do veículo para regularização e multa.

Além de infração de trânsito, a não utilização do reagente dentro dos padrões regulamentares configura crime previsto na Lei Ambiental (Lei 9.605/98), tanto na modalidade culposa quanto dolosa (Art. 54 – Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora).

O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e a PRF (Polícia Rodoviária Federal) fiscalizam o uso do Arla 32.